28 de setembro de 2012

O tema é INIBIDORES DO APETITE:



Já falei pra vocês que não faço julgamento moral sobre medicação. Não tem medicação do bem, da mesma forma que não tem remédio do mal. Também não tem remédio certo ou errado... o que existe é medicação, bem como tratamento, mal indicados, quer um exemplo?

Este é um clássico: "- Ai querida, a minha amiga tomou o remédio e ficou seca rapidinho... toma também boba! você vai ver..." - TUDO ERRADO...

Primeiro: remédio não seca, o que seca é toalha ou secador de cabelo.

Segundo: remédio não emagrece, ele tenta alterar o seu padrão alimentar. E mesmo quando o padrão alimentar é alterado, não significa que a pessoa vai emagrecer.

Terceiro: remédio não engorda, o que engorda é única e exclusivamente comer.

Quarto: "tireoide" não engorda! deixe de ser safada... (sim, safada porque esta é um dos maiores argumentos utilizados por mulheres quando estas estão fora do peso) a tireoide quando insuficiente, diminui a velocidade do metabolismo fazendo o paciente reter líquidos (que o faz ganhar peso) e ficar inchado, não gordo... (vou explicar porque coloquei sobre tireoide aqui...)

Quinto: pare com essa história de rebentar de treinar sem comer. isso e coisa de gente boba.

Sexto: todo, TODO REMÉDIO para "emagrecer" tem um papel coadjuvante na dieta, ou seja ele AJUDA a pessoa que não consegue fazer dieta a FAZER DIETAAAA. Não tem essa de tomar remédio não precisa fazer dieta - isso é coisa de gente mais boba ainda...

Agora as razões para você não cair de boca nos inibidores de apetite:

1. Provavelmente você cortou a suplementação no período de festas porque achou que estava comendo o suficiente não é mesmo? ERRADO! muito provavelmente você estourou de calorias mas não atingiu quantidades suficientes de proteína para quem treina, logo, sua musculatura esta uma bicheira e o seu tecido gorduroso (água, sódio, colágeno, células de gordura) está todo hidratado e presente marcado pela sua roupa. Assim, se fizer uma dieta altamente restritiva com auxílio de medicação para tal, vai terminar de arrebentar com a sua musculatura e perder a "fornalha" de queimar essa gordura extra que resolveu lhe visitar... de fortinho gordinho você passará a ser um franguinho gordinho...

2. Existem vários tipos de inibidores do apetite: os estimulantes, das hipoxantinas aos anfetamínicos (cafeína até femproporex e afins) vão abolir a sua resposta de fadiga ao treino - o que é RUIM - porque na maioria das vezes você vai pagar com massa muscular o excesso de trabalho físico que fizer nos pesos. E olhe que nem falamos sobre a ação destas medicações sobre os centros de prazer e recompensa, que as dá a característica de possíveis causadores de dependência física e psíquica...

Já os antidepressivos ISRS (como fluoxetina) vão diminuir seu limiar de fadiga e aumentar a sua percepção do esforço, aprisionando sua capacidade de fazer treinamentos de intensidade ou volume adequados, diminuindo o seu resultado em termos de perfil atlético.

Os antidepressivos tricíclicos  como a sibutramina, alem dos efeitos semelhantes aos da fluoxetina, ainda vai te fazer alterações do ritmo intestinal, sensação de boca seca, aumento da irritabilidade entre outros.

- Vale lembrar ainda que os antidepressivos em geral acabam por aumentar a sua seletividade por carboidratos, ou seja, ainda que comendo menos, você vai preferir se alimentar com carboidratos, o que vai desequilibrar o seu sistema insulínico  aumentar a sua fome e desencadear lipogênese (produção de gordura) por fatores hormonais. e o que você deve temer destas medicações é a possibilidade de efeitos sobre o miocárdio  comuns com a sibutramina ou com as anfetaminas, que vão elevar seu risco cardiovascular às alturas e definitivamente farão com que a sua atividade física se torne bem arriscada...

3. Tiroideanos NÃO SÃO MEDICAÇÕES PARA EMAGRECER! não seja tolo: alem deles causarem efeitos miocárdicos quando utilizados fora de quadros de hipotiroidismo aumentando o risco de complicações sérias, você vai experimentar os problemas causados pela retirada destes remédios quando o fizer, como qualquer hormônio...


O que fazer então?

Tudo bem precisar de ajuda para fazer uma dieta, as vezes precisamos para não passarmos mal. A função do médico aí é ajustar o intervalo entre o início do período confortável de fazer dieta com o mal estar causado pelo início dela, ou enquanto o paciente ainda estiver se adaptando. Acredito que boa parte da qualidade profissional do médico está em oferecer conforto ao seu paciente quando este está num processo de perda de gordura, perda esta que não pode ser acelerada com medicação, mas que pode sim ser acompanhada de substancias que façam com que a pessoa seja constantemente estimulada a permanecer na dieta e desta forma sim, alterar de forma dramática a velocidade e a qualidade do resultado.

Sugiro então que vocês se atentem para os seguintes métodos:

1. Saciadores: são substancias ligadas a liberação de colecistoquinina - o que na minha opinião é o verdadeiro hormônio da felicidade (ahahahahaha) - é um dos responsáveis para que tenhamos aquela sensação de estarmos satisfeitos - de plenitude gástrica. normalmente utilizamos estas substancias pouco antes da refeição para que com menos alimento já tenhamos esta sensação, sem precisar ficar ingerindo grandes quantidades de alimento.

2. Educadores alimentares: são medicações ligadas a diminuição da capacidade de absorção de nutrientes como carboidratos e gorduras, que são classificados como educadores alimentares porque acabam por causar, na vigência de uma fuga da dieta, efeitos colaterais que fazem com que a pessoa seja obrigada a evitar o consumo em excesso destes nutrientes em ordem de não apresentar sintomas como diarreia incontrolável, gases, etc...

3. Moduladores do apetite fitoterápicos: na maioria das vezes muito mais seguros que as medicações alopáticas, os fitoterápicos tem se mostrado uma boa opção às medicações tradicionais utilizadas para servir como adjuvantes no tratamento de transtornos alimentares.

Bom pessoal, é isso.

Evitem fazer dietas malucas de ficar sem comer,
evitem utilizar medicações inibidoras de apetite sem o conhecimento do seu médico,
treinem de forma costumeira sem exageros,
tenham suas alimentações regulares.

Ótima quinta!

Abraço forte!
Muzy

www.superperformance.blogspot.com.br
@muzyperformance


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27 de setembro de 2012

Faltam opções de drogas contra obesidade


Quase um ano após a decisão da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que proibiu os inibidores de apetite do grupo das anfetaminas e restringiu a venda da sibutramina, médicos endocrinologistas se ressentem da falta de mais opções de tratamento para a obesidade.

“Tenho pacientes que voltaram a engordar e sentem muita falta dos remédios proibidos pela Anvisa [do grupo das anfetaminas] porque se davam muito bem com eles”, diz o endocrinologista Alfredo Halpern.

Márcio Mancini, chefe do grupo de obesidade do Hospital das Clínicas da USP, afirma ter visto muitos pacientes no hospital que tinham uma boa resposta aos anorexígenos, sem efeitos colaterais. Com a proibição, porém, alguns ganharam muito peso e agora aguardam para fazer a cirurgia bariátrica no HC.

“Não há um remédio ideal para obesidade que sirva para todos. Uns respondem melhor a uma droga e uns se dão melhor com outra. A Anvisa prejudicou muito uma parcela de pacientes”, afirma.

Alguns foram aos Estados Unidos para se consultar com médicos de lá e comprar os anfetamínicos, segundo Halpern. Diferentemente do Brasil, os EUA proibiram a sibutramina, mas vendem as drogas derivadas de anfetamina.

O uso de remédios “off label” (fora das indicações da bula) é outra opção encontrada pelos médicos.

Os endocrinologistas têm indicado drogas aprovadas para outras doenças mas que também provocam perda de peso, como o Victoza (para diabetes) e o topiramato (para enxaqueca).
Nesse caso, a prescrição fica por conta e risco do médico.

Outras medidas incluem prescrever o remédio orlistate (Xenical), que reduz a absorção de gordura e pode provocar diarreia, e recomendar mudança de hábitos.


VENDAS
De acordo com o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, o número de receitas de sibutramina caiu 4% nos primeiros sete meses de restrições à droga. A quantidade total vendida caiu 34,5%. “A quantidade por receita diminuiu. Isso significa que há uma preocupação dos profissionais de cumprir os limites da resolução.”

Entre as novas exigências para receitar o remédio estão interromper o tratamento se o paciente não perder 2 kg em quatro semanas e relatar efeitos colaterais. Desde a publicação da norma, em outubro do ano passado, a Anvisa recebeu 12 relatos de efeitos colaterais, seis deles graves.

Cerca de 2.000 relatórios encaminhados por farmácias ainda estão sendo analisados. Barbano diz que a decisão sobre manter ou não a sibutramina no mercado e sobre uma mudança na regra só sairá após essa análise.

Outra exigência da nova regra é que médico e paciente assinem um termo de responsabilidade. Ricardo Meirelles, ex-presidente da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), diz ter deixado de prescrever a sibutramina por não concordar com o documento.

“O termo é completamente impróprio, falseia informação. Diz que, em um estudo, houve 16% de aumento de risco de infarto entre quem usou o remédio, mas o risco absoluto é de 1,2%.”
Barbano, da Anvisa, critica o que chama de “medicalização do problema da obesidade”. “Precisamos mudar esse comportamento.”

Para Marcos Tambascia, professor de endocrinologia da Unicamp, a decisão da Anvisa foi correta. “Os remédios criavam falsa expectativa de perda de peso sem esforços. Se o médico não vender a ideia de milagre, o paciente pode entender a importância de mudar o estilo de vida.”



Fonte: Boa informação




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25 de setembro de 2012

Divisão das rotinas do treinamento: Uma variável essencial para o alcance de excelentes resultados. (PARTE 2)


A divisão das rotinas de treinamento está diretamente relacionada aos sete princípios do treinamento esportivo. Na primeira parte da matéria descrevi a importância do princípio da individualidade biológica, para a obtenção do sucesso na divisão das rotinas e hoje irei descrever e discutir o princípio da ADAPTAÇÃO, agonismo, antagonismo e sinergismo muscular.

O princípio da adaptação só é existente quando temos um estímulo, que será o causador da mesma. O Treinamento de musculação diário e a boa alimentação são os estímulos para que ocorram as adaptações neuromusculares e fisiológicas. Quando treinamos musculação provocamos um desgaste neuromuscular fisiológico nas células musculares, através de microinflamações causadas nas fibras pelo trabalho mecânico realizado com sobrecarga (peso). Os músculos para se recuperarem totalmente dessas inflamações causadas nas fibras musculares através do estímulo(treinamento de musculação) demoram de 24 a 72 horas de repouso. Quando treinamos e temos um bom descanso entre as sessões dos treinos juntamente com uma boa alimentação, causamos um grande anabolismo muscular e dessa forma passamos a ter uma maior capacidade de resistência e força muscular, e isso se chama SUPERCOMPENSAÇÃO! Aí está a chave para a evolução do treinamento!

Se alguns de vocês percebem que não estão conseguindo aumentar mais a intensidade do treinamento, todos os dias que vão treinar se sentem muito fadigados ou cansados, vocês estão treinando muito e descansando pouco. Lembrem- se sempre de que quantidade não é sinônimo de qualidade! Dependendo da intensidade das rotinas de treinamento, vocês devem dar um descanso maior entre um estímulo e outro, para causar dessa maneira um ótimo anabolismo muscular e a SUPERCOMPENSAÇÃO! Por esse motivo que estimular os mesmos músculos todos os dias NÃO é correto!

Para que a divisão das rotinas de treinamento sejam bem distribuídas é de extrema importância o entendimento sobre agonismo, antagonismo e principalmente sinergismos musculares. 
Sempre quando treinamos estamos contraindo uma determinada musculatura e alongando outra,. por exemplo: Na flexão do cotovelo todos irão contrair o bíceps braquial e alongar o tríceps braquial. Nesse caso a musculatura agonista é o bíceps braquial e a antagonista o tríceps braquial. Além disso, quando estamos treinando utilizamos outras musculaturas para auxiliar as agonistas dos movimentos a serem realizados, essas musculaturas auxiliadoras são chamadas de musculaturas Sinergistas. Por exemplo, quando realizamos o exercício supino reto com barra reta: a musculatura agonista é o peitoral maior, uma das musculaturas antagonistas é o grande dorsal e as musculaturas sinergistas são deltoide porção anterior e tríceps braquial. 

Quanto maior for a consciência neuromuscular do praticante de musculação maior será a ativação e contração da musculatura agonista e as musculaturas sinergistas terão uma menor participação de contração no movimento. Por isso aumentem somente o peso do exercício, tendo consciência de sua correta execução! Colocar muito peso e contrair inúmeros músculos para realizar um determinado exercício é muito mais fácil do que realizá-lo de maneira concentrada e isolada para uma determinada musculatura alvo. 

Não cabe ao aluno e nem ao leigo fazerem toda essa análise e sim ao profissional especialista em musculação para que o programa de treinamento e as rotinas sejam bem distribuídas.

Abaixo irei deixar algumas dicas para a prescrição das divisões das rotinas de treinamento para alunos iniciantes, intermediários e avançados.

Alunos Iniciantes: Normalmente alunos iniciantes, que nunca praticaram musculação possuem uma baixíssima consciência neuromuscular, pouca resistência e força física. Nessa fase do treinamento é importante se preconizar o entendimento e o aprendizado dos movimentos com sobrecarga de leve a moderada. A ordem dos exercícios deve respeitar um baixo acumulo de fadiga, alternando o segmento a ser trabalhado, como por exemplo: Supino na máquina, leg press na máquina e abdômen na máquina. As rotinas normalmente são divididas em duas, dependendo da condição muscular do praticante.

Alunos intermediários: São alunos considerados com um grau intermediário de consciência neuromuscular, resistência e força muscular. Nessa fase as rotinas podem começar a ser divididas em A, B e C para que a intensidade do treinamento aumente e o anabolismo muscular seja respeitado. Recomendo a utilização de rotinas de treinos agonistas/sinergistas e algumas estratégias para o aumento da intensidade do treino como, por exemplo, as super-séries.

Alunos Avançados: São alunos considerados com uma excelente consciência neuromuscular, resistência muscular e força muscular. Esses alunos devem explorar ao máximo a divisão das rotinas de treinamento, para que continuem evoluindo. Recomendo como dica o isolamento das musculaturas em cada sessão de treino, com um maior volume de exercícios, utilização de estratégias como: dorp-set, rest-pause, treinos piramidais crescentes / decrescentes, séries negativas e é claro um cuidado maior com o descanso entre as sessões e uma boa alimentação. As rotinas podem ser divididas também dando ênfase nas musculaturas menos desenvolvidas para que os desequilíbrios musculares sejam amenizados.

Boa semana a todos vocês e até semana que vem!

BVC Personal Trainer!






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20 de setembro de 2012

Divisão das rotinas do treinamento: Uma variável essencial para o alcance de excelentes resultados. (PARTE 1)


A divisão das rotinas do treinamento, sem dúvidas, é uma variável essencial para o alcance de excelentes resultados dentro da periodização do treinamento. Lembrando de que é uma das funções específicas do treinador ou personal trainer que trabalha com musculação a montagem da periodização independentemente do objetivo do aluno. Portanto se você quer alcançar ótimos resultados procure ter um acompanhamento de um ótimo profissional e não de pessoas que são leigas no assunto. 

Antes de começarmos a entender melhor sobre a importância da divisão das rotinas de treinamento, quero deixar claro que existe um dos sete princípios científicos do treinamento esportivo chamado de INDIVIDUALIDADE BIOLÓGICA que é fundamental para o sucesso de qualquer planilha de treinamento. Todos nós somos seres humanos diferentes um dos outros, consequentemente únicos e com objetivos e condições físicas totalmente distintas. Portanto baseando-se nesse único princípio conseguimos concluir que dentro do treinamento NÃO existem fórmulas mágicas que farão todos responderem fisiologicamente da mesma maneira perante aos estímulos causados pelo treinamento. Se duas pessoas estiverem realizando o mesmo treino com a mesma intensidade e volume terão com certeza resultados e respostas fisiológicas distintas, pois são diferentes umas das outras.

Dentro de uma periodização na musculação existem inúmeros fatores e variáveis a serem analisadas para que o aluno consiga continuar evoluindo e obtendo resultados satisfatórios, dentre elas está à divisão das rotinas do treinamento, peça fundamental no meu ponto de vista para que a periodização da musculação se torne completa e eficaz. Muitos alunos e alunas na academia (na maioria das vezes sem orientação) chegam para treinar e se perguntam: Hoje eu vou treinar o que? Quais músculos? Qual rotina de treinamento?

E na maioria das vezes percebo que as pessoas sem orientação treinam realmente só o que gostam de fazer, ou o que tem mais facilidade, na maioria das vezes as mulheres treinam excessivamente coxas e glúteos e os homens peitorais, tríceps e bíceps são as musculaturas mais cotadas. UM ERRO FATAL! Mas afinal quais as consequências dessas decisões erradas?

A resposta é a seguinte: Na maioria das vezes as musculaturas mais estimuladas (como as citadas nos exemplos acima) se desenvolvem até certo ponto, pois o grau desse desenvolvimento irá depender de inúmeros fatores como, por exemplo, um bom descanso (anabolismo muscular) e também uma boa alimentação. Mas na maioria das vezes, na prática, infelizmente o desenvolvimento muscular se torna pequeno comparado com o aparecimento de lesões em articulações e tendões a curto médio prazo devido à má distribuição das rotinas do treinamento. Além disso, percebe-se que a maioria dos praticantes de musculação que não possuem uma boa orientação profissional desenvolvem inúmeros desequilíbrios musculares também devido a má distribuição das rotinas e a ausência do fortalecimento das musculaturas estabilizadoras que constituem o CORE (reto abdominal,iliopsoas,eretores da coluna, glúteos médio e máximo e isquiotibiais).

Não importa se o aluno tem como objetivo ter uma melhor qualidade de vida ou virar um superatleta, para que o treinamento continue oferecendo resultados benéficos e evolutivos a distribuição das sessões do treinamento deve ser realizada sempre! 

Na parte 2 dessa matéria iremos discutir sobre as divisões das rotinas x supercompensação, Músculo agonista x antagonista, sinergismo muscular e darei dicas sobre a divisão das rotinas para alunos iniciantes, intermediários e avançados na musculação!






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19 de setembro de 2012

Walt Disney World anuncia novas atrações para o outono americano



Splitsville – O boliche Splisville, que foi construído onde era a antiga loja Virgin no Downtown Disney, tem uma decoração que mescla o moderno e o retrô. 
Terá 30 pistas e contará com bilhar, entretenimento ao vivo e mesas ao ar livre. O espaço oferecerá ainda sushi, parilla com camarões, hambúrgueres, batatas fritas e pizzas.



Sabores – O Epcot International Food & Wine Festival acontece de 28 de setembro e 12 de novembro e promete os melhores sabores mundiais. Os participantes poderão apreciar musicais do Eat to the Beat com quatro novas apresentações, além de 14 bandas que ocuparão o palco do América Gardens Theatre. O evento conta ainda com seminários e demonstrações culinárias.




Test Track – No Test Track Presented by Chevrolet, os participantes poderão desenhar seus próprios carros e colocá-los em teste em um percurso com subidas, estradas íngremes e uma reta. Depois da prova, os visitantes irão para uma área especial para receber suas pontuações por um funcionário da empresa. 




Piratas do Caribe – The Legend of Jack Sparrow estreia no Hollywood Studios da Disney. A atração, no Soudstage 4, transportará os visitantes para o mundo dos quatro filmes do Piratas do Caribe. 




Dia das Bruxas – O Mickey’s Not-So-Scary Halloween Party acontece de amanhã, 11 de setembro, a 2 de novembro. Haverá apresentação de um desfile para crianças, pedido de doces e pintura facial.


Leia mais sobre o mundo de Walt Disney World no Blog Eu Amo a Disney


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13 de setembro de 2012

Há perigos ocultos nos seus fones de ouvido

A evolução da tecnologia permitiu carregar nossas músicas preferidas de um lado para outro e ouvi-las em qualquer lugar. Entretanto, o hábito de ouvir música em mp3 players também trouxe problemas para os ouvidos, que possuem estruturas muito especializadas e delicadas, responsáveis pela audição. À primeira vista, não detectamos esses problemas – mas o fato é que, aos poucos, a música alta vai acabando com a audição. Todo cuidado é pouco. 


Se você pretende apreciar suas músicas por muitos anos, comece pelo básico: abaixe o volume. Os tocadores de mp3 atuais são tão potentes que podem chegar a 120 decibéis em seu volume máximo – quando o nível recomendado é inferior a 80 decibéis. Para se ter uma ideia, essa intensidade máxima é o equivalente à de uma turbina de avião durante a decolagem. Estudos recentes mostram que o uso contínuo de mp3 players com fone intra-auricular favorece a perda de audição ao longo do tempo. O que determina a perda é a intensidade do som e o tempo de exposição. A percepção não é imediata, mas se torna mais evidente ao longo de uma década.

As estatísticas comprovam: até 30% das perdas de audição são creditadas à exposição a sons intensos, sejam eles em ambientes profissionais ou em lazer – como shows e aparelhos eletrônicos, incluindo os mp3 players. O que pouca gente sabe é que a surdez relacionada à exposição a sons intensos é cumulativa. Uma vez cessado o fator causador, a perda de audição estaciona, mas não regride. 

O grande problema é que a maioria das perdas iniciais passa despercebida, a menos que seja detectada por exames específicos, como a audiometria. Essa perda pode ser temporária ou permanente. Um exemplo de perda temporária é quando uma pessoa passa um tempo em uma boate e sai um tanto surda de lá – mas depois volta a ouvir normalmente. Já a perda permanente, cuja lesão é incurável, ocorre quando há destruição de estruturas da orelha interna – que não têm a capacidade de ser reparadas ou substituídas. Aqui se encaixam os usuários frequentes de tocadores de música com fones de ouvido.

Além da perda de audição, o som alto dos tocadores de mp3, discotecas e shows pode agredir o organismo de outras formas, causando zumbido, dores de cabeça, insônia e falta de concentração. A perda auditiva resultante pode até levar à dificuldade de entendimento. Atualmente, cerca de 20% da população brasileira – o correspondente a quase 30 milhões de pessoas – sofre com o zumbido, sintoma que pode indicar perda auditiva. Tantos fatores relacionados nos dão um panorama nada otimista: os jovens de hoje apresentarão problemas auditivos muito antes que seus pais e avós.

Para proteger o ouvido, deixe o volume do tocador de mp3 na metade da capacidade máxima do aparelho. Na dúvida, fique atento para que o som dos fones não seja ouvido pelas pessoas ao redor. Evite, ainda, ficar muitas horas seguidas ouvindo mp3. E, evidentemente, procure ajuda médica tão logo você perceba qualquer alteração na sua audição. São pequenas atitudes capazes de produzir grandes benefícios ao ouvido. Dessa maneira, você será recompensado com muitos anos de sons agradáveis, prazerosos e memoráveis, apenas cuidando da sua saúde auditiva.


Por Mauricio Kurc

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5 de setembro de 2012

Shanghai World Expo - Cerimônia de encerramento


Assista ao espetáculo e, ao mesmo tempo, tente responder  as seguintes perguntas:

1)  Onde estão presos os sinos?!...

2)  Onde estão sentadas as mulheres da orquestra?!...

3)  Onde estão presas as mulheres que flutuam?!...

4)  E, finalmente, onde estão os cabos?!...







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