27 de abril de 2012

Medicamentos em supermercado

Uma medida provisória que vai causar muito debate e confusão principalmente por parte das grandes redes de farmácia.


Uma medida provisória que permite a venda de remédios em supermercados, empórios e armazéns sob a condição de que não estejam sujeitos à prescrição médica, foi aprovada pelo Senado nesta quarta-feira.

De acordo com o texto, os estabelecimentos comerciais têm de verificar a "relação a ser elaborada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)" para a venda dos medicamentos. Apesar da observação, não há regulamentação. O próximo passo será a sanção da presidente Dilma Rousseff, porem a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, informou que a presidente Dilma poderá vetar a parte da medida provisória a que autoriza a venda de remédios em supermercados.

A medida tem recebido críticas até de senadores aliados ao governo, como o ex-ministro da Saúde, senador Humberto Costa (PT-PE), que solicitou a reprovação do artigo pela presidente.

Encaminhado pelo governo ao Congresso, o texto original, antes da inclusão da venda dos remédios, sugeria a desoneração das contribuições sociais sobre produtos destinados a portadores de deficiência e do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) na compra de veículos automotivos para deficientes.


Medicamentos que dispensam prescrição médica, como antitérmicos, analgésicos, laxantes e antialérgicos têm autorização para comercialização em supermercados e lojas de conveniência dos Estados Unidos.









Um comentário:

  1. Bem, nem tanto ao céu nem tanto a terra, afinal as farmacias ja há tempos vendem o que os mercadores deveriam vender ....

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