31 de março de 2011

Heróis e vilões vistos de uma maneira diferente

Uma forma diferente de ver os famosos heróis e vilões Disney

















 


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30 de março de 2011

Grandes produções estão chegando.

Bela Adormecida, Miss Marple e Monsters University são algumas das futuras produções que estão chegando por aí.

A continuação de Monstros S.A. se chamará Monsters University (Universidade Monstro, na tradução livre) e, como o nome deixa claro, mostrará a rotina de Sully e Mike Wazowski nos tempos de universitários.
Com estreia prevista para 2 de novembro de 2012, o filme contará mais uma vez com as presenças de Billy Crystal e John Goodman no elenco de vozes.

Monsters University será o 14º longa da Pixar a chegar aos cinemas. Antes deste, a empresa que acaba de completar 25 anos lança Carros 2, no dia 24 de junho de 2011, e Brave, no dia 22 de junho de 2012.




Hailee Steinfeld de apenas 14 anos que foi destaque no drama Bravura Indômita pelo qual recebeu uma indicação ao Oscar de melhor atriz coadjuvante, irá interpretar a personagem principal da história de A Bela Adormecida, imortalizada em animação da Disney de 1959.

O novo Sleeping Beauty (no original) será um pouco diferente da história tradicional e Steinfeld deve interpretar uma bela nem tão adormecida assim. No início de 2010, Angelina Jolie (O Turista) esteve cotada para interpretar a bruxa na produção, mas ainda não há confirmação de que está ligada ao projeto.

Este é apenas mais um de vários clássicos da animação que ganharão versão com atores nos próximos anos. Existem projetos para levar aos cinemas O Corcunda de Notre Dame, A Pequena Sereia e João e Maria, isso sem falar em Branca de Neve e os Sete Anões, cuja história deve render dois novos filmes (The Brothers Grimm: Snow White e Snow White and The Huntsman).



A famosa detetive Miss Marple, criada pela escritora Agatha Christie, retornará à telona em uma produção da Disney. A nova história será ambientada nos dias atuais e mostrará uma Miss Marple rejuvenescida – tanto que a atriz Jennifer Garner (“Elektra”) foi confirmada no papel.

A velhinha solteirona que soluciona crimes apareceu nos livros de Christie pela primeira vez no conto “O Clube das Terça-Feiras”, publicado numa revista pulp em 1927. A personagem ganhou o seu primeiro filme em “Quem Viu Quem Matou?” (1961), então interpretada pela atriz Margaret Rutherford. Depois disso, ganhou outras adaptações cinematográficas, telefilmes e séries na televisão britânica.


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29 de março de 2011

Sexo pode matar os menos preparados



Explosões repentinas de atividade física, de moderada a intensa "como correr ou fazer sexo" aumentam significativamente o risco de um ataque cardíaco, especialmente em pessoas que não se exercitam regularmente, disseram pesquisadores dos Estados Unidos.

Há muito tempo os médicos reconhecem que a atividade física pode causar sérios problemas ao coração, mas o novo estudo ajuda a quantificar esse risco, disse o dr. Issa Dahabreh, do Tufts Medical Center, em Boston, cuja pesquisa foi divulgada na publicação da Associação Médica Americana.

A equipe analisou dados de 14 estudos que examinavam a ligação entre sexo e o risco de ataques cardíacos ou morte cardíaca súbita - um ritmo letal do coração que faz com que o órgão pare de bombear o sangue. Eles descobriram que as pessoas são três vezes e meia mais propensas a ter um ataque cardíaco ou uma morte cardíaca súbita quando fazem exercício do que se não fizessem.

Essas pessoas são 2,7 vezes mais propensas a ter um ataque cardíaco quando fazem sexo ou imediatamente depois, em comparação com os que não fazem. (Estas descobertas não se aplicam a morte cardíaca súbita porque não há estudos relacionando sexo e morte cardíaca.)

Jessica Paulus, outra pesquisadora do Tufts que participou do estudo, disse que o risco é moderadamente alto como mostram as pesquisas. Mas o período de risco aumentado é breve. "Esses riscos aumentam somente por um curto período de tempo (uma ou duas horas) durante e depois da atividade física ou sexual", disse Paulus em entrevista por telefone.

Por causa disso, o risco para as pessoas ao longo do período de um ano é ainda bem pequeno, disse ela. "Se você pegar 10 mil pessoas, cada sessão individual de atividade física ou sexual por semana pode ser associada a um aumento de um ou dois casos de ataque cardíaco ou morte cardíaca súbita por ano", afirmou Paulus.

Ela declarou ser importante equilibrar as descobertas com outros estudos que mostram que atividade física regular reduz em 30% os riscos de ataques cardíacos e morte cardíaca súbita. "O que de fato não queremos é que as pessoas deixem isso de lado e pensem que o exercício é ruim", afirmou ela.

O que isso realmente significa é que quando pessoas que não fazem exercícios regularmente começam qualquer programa de atividade devem seguir lentamente, aumentando gradualmente a intensidade dos esforços ao longo do tempo.






Reuters

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28 de março de 2011

O problema das leis de incentivo

O caso da cantora Maria Bethânia, que captou R$ 1,3 milhão com base na Lei Rouanet para o projeto de um blog de poesias interpretadas por ela, retoma a discussão sobre as leis de incentivo, sejam elas culturais, sociais ou dos esportes.

Desde logo, deixo claro que sou contra tais leis. O que não quer dizer que o incentivo adquirido pelo projeto “O Mundo Precisa de Poesia” seja inadequado e, portanto, deva ser crucificado. Não por mim, pelo menos, que não tenho meios para saber se o valor captado é abusivo ou justo para um trabalho que provavelmente será de grande qualidade. O problema está na lei, ou seja, na forma como o Estado brasileiro optou por promover políticas culturais, sociais ou de esportes.

Este negócio de lei de incentivo nada mais é do que uma terceirização das ações do Estado, que, por desonestidade ou incompetência, prefere passar suas responsabilidades à iniciativa privada. Ocorre que as ambições e os interesses da iniciativa privada são diametralmente opostas às do Estado. Enquanto o Estado deve buscar o interesse público, as empresas buscam o lucro, e nada mais. O resto é fantasia!

Bem, o resultado disso é que as empresas irão buscar apoiar projetos de artistas renomados, pois estes lhes trarão um retorno de imagem praticamente garantido, ao invés de investirem em projetos de novos artistas, fundamentais à promoção de uma política cultural voltada a diminuição das desigualdades, a ampliação de oportunidades e, consequentemente, a inclusão social. Nunca é demais lembrar, inclusive, que tais recursos são públicos, e que a despeito disso, a iniciativa privada os usa para benefício próprio, um contra-senso, portanto.

Para embasar minha tese, trago à baila três manifestações de especialistas no assunto, sem deixar de reconhecer que há aqueles que defendem o atual modelo de regulamentação.

Segundo Oona Castro, diretora-executiva do Instituto Overmundo, que tem como missão a promoção do acesso ao conhecimento e à diversidade cultural no Brasil, “um dos problemas da Lei Rouanet é que as empresas buscam projetos com artistas famosos para valorizar sua marca e ainda se beneficiarem do incentivo fiscal”.

Já a atual ministra da Cultura, Ana de Holanda, afirma “querer favorecer mais o Fundo Nacional de Cultura, que poderá facilitar essa divisão melhor e que atenderia aos produtores que normalmente não atraem o patrocínio das empresas privadas, já que as mesmas querem associar seus nomes a artistas consagrados, faz parte das leis de mercado".

Por fim, o relato mais emblemático das distorções deste modelo vem doutor em audiovisual pela USP e ex- secretário-executivo do Ministério da Cultura, Alfredo Manevy. Segundo ele, só “3% dos proponentes captam mais da metade de toda renúncia, contemplando poucos artistas”.

Precisa mais para provar que os recursos públicos via lei de incentivo não estão sendo alocados como deveriam?



Por : Pedro Rossi

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25 de março de 2011

Mitos sobre o acúmulo de gordura na pança



Cintas redutoras, emagrecimento, treinamento, nutrição entre outros assuntos.
Todo mundo conhece uma receita para emagrecer e perder a barriga.
Apelar para cintas compressoras, roupas que estimulem o suor na região da cintura e equipamentos específicos para fazer abdominais são algumas medidas recomendadas por aí. Mas será que elas surtem efeito?
Para tirar a dúvida, especialistas no assunto contam, a seguir, o que é mito ou verdade.


1 - Exercícios abdominais diminuem a gordura e a flacidez
Mito. Se a barriga proeminente for fruto de flacidez, o exercício abdominal faz o músculo voltar à posição anatômica normal e o volume diminui. Agora, se a barriga for causada por excesso de gordura, o abdominal não vai adiantar. O gasto calórico nos exercícios abdominais é pequeno, por isso não exerce grande influência no emagrecimento.


2 - Vinagre de maçã ajuda a diminuir a gordura e afinar a silhueta
Mito. Segundo o endocrinologista Marcio Mancini, do Hospital das Clínicas de São Paulo e da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), nehum tipo de vinagre ajuda a diminuir a gordura. O mesmo vale para o suco de limão.


3 – A Caralluma Fimbriata e outros produtos vendidos para emagrecimento possibilitam a perda de peso sem regime
Mito. Mancini avisa que a Caralluma não é remédio, mas um suplemento alimentar que nem possuía registro na Anvisa e estava sendo vendido ilegalmente no Brasil. Ele explica que outros remédios existentes no mercado tentam, de alguma forma, ajudar a controlar os hábitos alimentares, ou a eliminar parte da gordura ingerida (sem deixar que seja absorvida). De acordo com o médico, eles auxiliam, mas não resolvem o problema sozinhos.


4 - É possível perder gordura numa parte específica do corpo com exercícios localizados
Mito. Exercícios localizados utilizam gordura fornecida pela corrente sanguínea e não pelo tecido adiposo da região que está sendo trabalhada. O que é possível com esse tipo de exercícios é fortalecer a musculatura da área treinada. Com a musculatura tonificada, a região fica mais “durinha”, o que pode melhorar a aparência. Segundo Mancini, se a pessoa vai emagrecer mais no abdômen ou nas coxas, isso vai depender da predisposição genética de cada um.


5 - É possível perder gordura só na barriga
Mito. Mancini explica que as pessoas primeiro engordam na periferia do corpo (embaixo da pele, nos membros, nádegas, quadris), mas elas têm uma capacidade determinada geneticamente para ganhar peso nessas regiões. Depois que as células gordurosas da periferia ficam repletas, começa a ser armazenada gordura no abdômen, tanto embaixo da pele como profundamente, nos vasos e nos órgãos.

Algumas pessoas praticamente não ganham peso na periferia (em geral homens de pernas finas, que quando engordam ganham peso no abdômen) e outras podem ganhar muito peso na periferia (em geral mulheres de quadris e coxas avantajados, que não engordam muito no abdômen). Para emagrecer, o processo é o mesmo.


6 - A caminhada é melhor que a corrida para queimar barriga
Mito. Mancini comenta que caminhar é ótimo, mas evidentemente correr aumenta mais o gasto calórico do que andar. A corrida é um exercício mais intenso que a caminhada e por isso causa um maior gasto calórico e consequente emagrecimento.

É claro que tudo depende de quem está praticando. Para os mais sedentários, com menor condicionamento físico, a corrida pode ser um exercício intenso demais, e a pessoa não consegue manter o tempo suficiente para o emagrecimento. Nesse casos, a caminhada é mais indicada.

Também em obesos e pessoas com problemas no aparelho locomotor, a corrida pode ser contraindicada por causa do impacto, sendo a caminhada uma boa opção (dentre outras).



7 - Os exercícios aeróbios são melhores pra perder gordura que os exercícios anaeróbios (como a musculação)
Parcialmente verdade. Os exercícios aeróbios são muito importantes para a saúde cardiovascular e, especialmente nos dois primeiros meses, muito eficientes para e perda de peso.

Mas, como mostra o professor Paulo Gentil, do Grupo de Estudos Avançados em Saúde e Exercícios (Gease), em seu livro “Emagrecimento: quebrando mitos e mudando paradigmas”, os exercícios anaeróbios intervalados (como por exemplo alternar 1 minuto de corrida na maior intensidade possível e 1 minuto de caminhada para descanso) se mostraram mais eficientes que os aeróbios em períodos superiores a dois meses. Mesmo nos dois primeiros meses, os exercícios intervalados apresentaram resultados semelhantes aos aeróbios, mas com menor perda de massa muscular.

É importante não confundir perda de peso absoluto e emagrecimento. A perda de massa muscular diminui o peso, mas também diminui o metabolismo, podendo aumentar a tendência a engordar. A manutenção da massa magra é importante para a saúde do indivíduo (como massa magra entendemos tudo que não é gordura, em especial estamos falando de ossos e músculos que são pesados e podem causar diferenças significativas na balança).

Os exercícios resistidos (como os de musculação) normalmente não são tão eficientes para a perda de peso quanto os aeróbios e os intervalados. Mas o Mancini explica que, quando se aumenta a massa muscular com os exercícios de resistência, o corpo passa a queimar mais calorias (os músculos utilizam muita energia para se manter). Portanto, os dois são importantes.


8 - Beber chope e cerveja aumentam a barriga
Mito. Chope e cerveja têm calorias. Segundo o personal trainer Beto Fernandes, cada grama de álcool tem aproximadamente 7 calorias, e um copo de 300 ml de chope tem algo em torno de 120 calorias. Logo, a bebida ingerida em excesso engorda.

Mas, como explica Mancini, o indivíduo engorda nas regiões em que é predisposto geneticamente.

Vale lembrar que os petiscos que acompanham a cerveja também participam desse aumento de consumo calórico.


9 - Usar cintas compressoras de abdômen ajudam a perder barriga
Mito. A cinta causa uma compressão local temporária, pode ser a solução para aquela festa onde você precisa estar com a aparência perfeita, mas a longo prazo é preciso se esforçar, cuidando da alimentação e fazendo exercícios. Não há milagres. Mancini diz que com a cinta você só perde barriga na silhueta.

Além disso, o uso constante dessas cintas pode causar falta de força na musculatura postural, que acostuma com o suporte extra. O ideal é tentar se policiar para manter a postura e a barriga para dentro, fortalecendo os músculos do abdômen que sustentam a barriga, ajudando a diminuir o volume.


10 - Fazer longos períodos de jejum ajudam a emagrecer e perder barriga
Parcialmente verdade. O jejum emagrece, os os quilos voltam rapidamente assim que a pessoa volta a comer, como explica Mancini. Além disso, o jejum prolongado pode oferecer risco de vida.


11 - Fazer exercício em jejum potencializa a perda de gordura
Parcialmente verdade. Não há ainda comprovações sobre a eficiência dos exercícios feitos em jejum. Algumas pessoas parecem não se adaptar, apresentando até mesmo desmaios (o corpo induz o desmaio devido a falta de energia disponível) e algumas pessoas apresentam menor desempenho no exercício, pois o corpo diminui o metabolismo.

Já outros se adaptam bem a esse tipo de treino. Existem pesquisas que demonstram que em jejum a mobilização de gordura para a atividade é maior, mas esse efeito é muito pequeno. Segundo o professor Paulo Gentil, uma forma de explicar por que algumas pessoas conseguem emagrecer se exercitando em jejum é a redução da ingestão calórica diária, pois a pessoa precisa se programar para passar de 8 a 12 horas sem comer, além disso, é necessária força de vontade e disciplina, que podem ajudar na dieta e treinos.

Para Mancini, o sacrifício não vale à pena: há risco de mal estar, tontura, hipoglicemia.


12 - Fazer exercício com muitas roupas para manter o calor ajuda a emagrecer
Mito. Mancini explica que simplesmente suar não emagrece. O mesmo vale para a sauna. Com o suor você perde água, por isso muitas vezes observamos efeito na balança logo depois do exercício, mas você terá que repor posteriormente essa água perdida.


13 - Exercícios abdominais diminuem a gordura da barriga
Mito. Fernandes explica que, se a barriga proeminente for fruto de flacidez, o exercício abdominal faz o músculo voltar à posição anatômica normal e o volume diminui. Agora, se a barriga for causada por excesso de gordura, o abdominal não vai adiantar. O gasto calórico nos exercícios abdominais é pequeno, por isso não exerce grande influência no emagrecimento.

Como resume Mancini, exercícios abdominais fortalecem os músculos. Já os exercícios aeróbicos diminuem a barriga.




Fontes: Beto Fernandes, personal trainer; Marcio Mancini, médico do Hospital das Clínicas de SP e presidente do departamento da obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem); e Paulo Gentil, presidente do Grupo de Estudos Avançados em Saúde e Exercícios (Gease) e autor do livro “Emagrecimento: quebrando mitos e mudando paradigmas"


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24 de março de 2011

CPI CBF já




Está em curso na Câmara Federal um movimento em prol da instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) contra a CBF e seu presidente, Ricardo Teixeira. Ainda que o proponente, o deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), não seja uma pessoa idônea, longe disso aliás, a ideia é extremamente feliz.

É de conhecimento público os diversos problemas e irregularidades que a CBF têm praticado sob a gestão Ricardo Teixeira, já escancarados em duas CPIs, uma no Senado e outra na Câmara Federal, no fim dos anos 90. Irregularidades que, inexplicavelmente, foram ignoradas pela justiça brasileira e deixaram Teixeira impune a diversos crimes amplamente demonstrados pelas aludidas CPIs, como evasão de divisas, sonegação fiscal, entre outros.

Ocorre que como se não bastasse seu extenso reinado à frente da CBF, onde está desde fins dos anos 80, Teixeira também é o presidente do Comitê Organizador da Copa de 2014, o que o torna uma das pessoas mais poderosas do país atualmente. O que não me parece nada saudável, dado o enorme contingente de recursos públicos que serão usados neste evento. Na realidade, como alguns estudos mostram, mais de 95% dos investimentos para a Copa de 2014 provirão da iniciativa pública. Ou seja, não só não é saudável como é um disparate que alguém com a ficha corrida como a de Teixeira seja a principal responsável pelo manejo de vultosas verbas públicas.

Por isso, reforço o coro acima: CPI CBF já!

Por fim, se você, caro leitor, quiser contribuir para a criação da CPI da CBF, telefone para um dos deputados que ainda não assinaram o pedido da CPI. Até o momento, já são 135 assinaturas de deputados a favor da CPI, sendo que o mínimo necessário para instalá-la é de 171 assinaturas.

Confira a lista, retirada do blog do José Cruz, do UOL, dos parlamentares que ainda não assinaram o pedido da CPI.




 

Ponto negativo da presidenta Dilma


Do blog do Juca Kfouri

A presidenta Dilma Rousseff não vetou o artigo que muda a Lei da Moralização do Futebol e, assim, daqui por diante, os cartolas não mais serão responsabilizados com seu patrimônio pessoal caso endividem os clubes que dirigem.

O lobby da cartolagem ganhou mais uma.

E eu completo: Um tremendo absurdo, um baita retrocesso, que fará com que os clubes de futebol permaneçam como um dos habitats preferidos da bandidagem.





Por : Pedro Rossi

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23 de março de 2011

Comer saudável não garante longevidade


Comer vegetais, fazer esportes, não ter muitas preocupações e estar sempre sorrindo podem fazer bem para a saúde. Mas não são indicativos de que você vá viver mais tempo.

A afirmação é dos autores do mais longo estudo já feito sobre a relação entre personalidade e expectativa de vida, o "Longevity Project", da Universidade da Califórnia.

Durante 20 anos, Howard Friedman e Leslie Martin, professores de psicologia da universidade, estudaram os dados de 1.500 pessoas que participaram de uma pesquisa iniciada em 1921, por um psicólogo da Universidade Stanford.

Os resultados estão no livro "The Longevity Project: Surprising Discoveries for Health and Long Live from Landmark Eight-Decade Study" (ed. Penguim), que acaba de ser publicado nos EUA (não tem previsão de lançamento no Brasil) e derruba várias hipóteses sobre comportamentos que aumentariam a expectativa de vida. Não foi achada relação entre hábitos alimentares e vida mais longa, por exemplo.

"O mais surpreendente foi descobrirmos que as pessoas mais felizes e extrovertidas na infância morreram mais cedo. É o oposto do senso comum sobre longevidade", disse Leslie Martin.

Segundo a psicóloga, a característica predominante na infância dos que viveram mais tempo com saúde foi o senso de responsabilidade.

"Eram crianças mais sérias e mantiveram essa característica de forma consistente durante a vida. Nossa hipótese é de que elas evitavam comportamentos de risco e cuidavam mais de seu bem-estar e o do próximo", explica a psicóloga.

Ela acrescenta que essa personalidade não significa vida "certinha" sem graça. "Os registros mostram que foram pessoas criativas, intelectualmente ativas e que construíram carreiras e redes de relacionamento muito interessantes."

Outro resultado intrigante do estudo foi o peso do casamento na expectativa de vida. Algumas pesquisas mostram que pessoas casadas são mais saudáveis e, teoricamente, vivem mais.

"Em nossa pesquisa, isso foi verdade para os homens. Para mulheres, o casamento não aumentou nem diminuiu a expectativa de vida", afirma Martin.

O divórcio também não influenciou o tempo de vida das mulheres, independentemente de elas terem ou não encarado outro casamento.

Martin explica que vínculos afetivos influenciam positivamente a saúde, mas o principal é a qualidade dos relacionamentos.
"As pessoas que viveram mais não foram as que tiveram mais amigos. E mulheres que terminaram um casamento que não estava indo bem tiveram uma ótima e longa vida após o divórcio."




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22 de março de 2011

Pobre batizando o filho

Veja os critério utilizados pelo pobre na hora de batizar o filho

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21 de março de 2011

Perspectiva forçada

Tudo, absolutamente tudo na vida é uma questão de ponto de vista e quando falamos em fotografia, o ponto de vista sai do campo figurativo para o campo do real, do palpável.
Mais que isso, o ponto de vista da máquina e como ele é exercitado no enquadramento é o que de fato permite que a foto seja boa.
Veja alguns exemplos fantásticos de um ‘ponto de vista’ chamado perspectiva forçada.






























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